Impactos Culturais e Contextuaisles


Visão geral

As práticas culturais, a pobreza e outros fatores estruturais são todos problemas transversais que devem ser reconhecidos ao abordar a saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes e pessoas jovens.

Pais e Famílias

Estudos demonstraram repetidamente que comportamento e atitudes positivas de pais que procuram saúde têm um impacto nos seus filhos. Isto também se relaciona com a aceitação da educação sexual e testes de VIH e contracetivos em muitas culturas com orientação religiosa, valores como a centralidade da família, abordagens de afirmação a vida e solidariedade. Abordagens com orientação religiosa na resposta ao VIH têm demonstrado poder considerável, inovação e valor. Estas podem fazer uma diferença decisiva na eliminação de barreiras para melhorar os resultados da educação e saúde dos adolescentes e pessoas jovens na região.
Ver de que é que as pessoas estão a falar quando se trata do papel da religião em melhorar a saúde sexual e reprodutiva e a educação sexual compreensiva.

 

Estigma, descriminação e criminalização

Existem muitos medos, preconceitos e atitudes negativas em relação ao VIH. O estigma pode resultar em insultos às pessoas seropositivas, rejeição, serem objetos de intriga e exclusão das atividades sociais. O medo de isto acontecer pode levar as pessoas seropositivas a ficarem nervosas para dizer aos outros que portam o VIH ou evitarem o contacto com os outros. Estas podem acabar por sofrer em silêncio em vez deirem buscar a ajuda que precisam.

O estigma pode também resultar nas pessoas portadoras de VIH acreditarem naquilo que os outros dizem sobre o VIH. Por exemplo, podem pensar que a maioria das pessoas seropositivas são imorais ou irresponsáveis.

Os jovens seropositivos da região enfrentam um número de desafios relacionados com o estigma e descriminação do VIH. Estes incluem a falta de acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva incluindo tratamentos de VIH e violações de confidencialidade dentro dos setores da educação e da saúde.

Além disso, o estigma direcionado às populações vulneráveis prevalece na região, populações de homens que tem relações sexuais com homens, lésbicas, gays, transexuais, ou então não-conformes ao sexo (género) (LGBTI), jovens sexualmente explorados ou jovens que usam drogas. Isto cria barreiras no melhoramento dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e nos esforços em diminuir o risco de infeções de VIH. Esta população precisa de respostas únicas da saúde e da educação para proteger os seus direitos de jovens.

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